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Ano Titulo / Autor Resumo Saiba mais
2012 Conteúdo Laboral do Professor Universitário

Autor: Darci Kops
O presente artigo tem como foco e consideração o papel do professor universitário, colocando em questão o saber e o fazer pedagógico do referido profissional, o correspondente perfil do professor universitário. Em decorrência, coloca em análise o conteúdo laboral do professor universitário, examinando suas principais funções e atribuições profissionais. Ressalta as três dimensões do fazer pedagógico do professor universitário abrangendo as questões de ensino, de pesquisa e de extensão.
2011 Hospitalidade: o posicionamento da Geração Y

Autora: Cláudia Jahnke
O artigo aborda a hospitalidade e suas características, contrapondo com as características da Geração Y, enfatizando o comportamento deste grupo de pessoas frente às necessidades do mercado empregador, principalmente no que tange as empresas prestadoras de serviço, que requerem uma atitude hospitaleira. A abordagem busca retratar a geração e confrontar o comportamento destes jovens com a necessidade de contratação de novos colaboradores para o mercado na área da hospitalidade. A interface das gerações anteriores, Baby Boomers, Geração X, sendo os gestores de equipes formadas, basicamente pela Geração Y. O confronto quase que inevitável entre as gerações, com seus conflitos de adaptação, acolhimento e solidariedade. Como todas as demais gerações que antecederam a Y, existem pontos positivos e outros a serem trabalhados, promovendo desta forma uma harmonia nas organizações, que pela primeira vez na história da humanidade abriga até cinco gerações diferentes em formação e atitudes.
2011 INTERVALO PARA A HOSPITALIDADE: uma leitura pedagógica

Autor: Darci Kops
O presente artigo aborda a hospitalidade como um paradigma capaz de revolucionar a cultura da hospitalidade da sala de aula em ambientes educacionais, com reflexos na relação professor-aluno e com impacto no projeto pedagógico, bases das instituições educacionais. Utilizando uma leitura pedagógica do processo, o autor enfatiza a necessidade de atitudes hospitaleiras por parte dos protagonistas que compartilham processos de convivência em ambientes educacionais. Reconhece a sala de aula como um fórum privilegiado para a cultura da hospitalidade na convivência oportunizando uma morfogênese de aprendizagem social para a vida em sociedades plurais. Reconhece-se a necessidade de uma nova epistemologia social capaz de dar guarida ao aprender a conviver e fomentar a atitude hospitaleira nas relações humanas nos diferentes espaços de convivência.
2011 GESTÃO COMO PROCESSO

Autor: Darci Kops
O presente artigo busca caracterizar gestão como um processo. Propõe-se apresentar o significado dessa ênfase e as implicações que isso traz para os processos de gestão, em especial, para os processos de gestão empresarial e/ou institucional. Busca salientar o gestor como o principal protagonista, e configura variantes que o processo de gestão pode tomar, apontando tendências, entre outros aspectos, de gestão como um processo compartilhado, e de gestão como um processo de co-gestão. Ressalta a importância dos instrumentos e ferramentas de gestão, como os recursos disponibilizados ao gestor por diversas ciências, em especial, as ciências da administração, da educação e da psicologia. Mostra, ainda, que os novos cenários, vêm exigindo que a gestão como processo evolua para novas performances, tornando-o mais inteligente, informatizado, humano e humanizado, não como um fim em si, mas como serviço qualificado, capaz de agregar valor às pessoas, produtos, empresas, usuários e comunidades.
2011 GESTÃO COMO SISTEMA

Autor: Darci Kops
O presente artigo busca questionar o significado que os sistemas têm nos processos de gestão, e a importância decorrente da gestão dos sistemas organizacionais. Paralelamente, faz uma crítica aos processos de construção, e de definição, dos sistemas de gestão organizacional, especialmente, aqueles sistemas que excluem a participação dos usuários, e dos protagonistas, do próprio sistema. Sustenta a tese e o desafio da construção de sistemas organizacionais, e de gestão, saudáveis, ou seja, sistemas humanizantes, sistemas inteligentes, sistemas agregadores de valor, sistema viáveis, sistemas abertos, sistemas formativos e sistemas civilizatórios. Aponta para os riscos de sistemas desumanizantes, perversos, cruéis e hediondos, bem como, para os riscos da pseudo-operação dos sistemas. Valendo-se de referenciais teóricos, aponta para a importância da criticidade face aos sistemas vigentes, e para a pesquisa das atitudes formadoras, favoráveis ou desfavoráveis, em relação aos sistemas, por parte de quem administra ou usufrui dos referidos sistemas. Destaca a competência de gerir, e operar, sistemas organizacionais e sistemas sociais, efetivos e relevantes, que, na sua legitimidade, sejam capazes de agregar valor nos processos de convivência.
2011 LIDERANÇA PROCESSO SALUTAR DE GESTÃO

Autor: Darci Kops
A formação de um duplo perfil – cidadãos-líderes e executivos-líderes – tornou-se, culturalmente, um dos desafios de nossa época para poder lidar com a complexidade da vida cotidiana de nossas comunidades e de nossas organizações empresariais. Para tanto, faz-se necessário forjar processos formativos capazes de permitir prevalecer esse emergir cultural de cidadãos-líderes e de executivos-líderes. Os dois perfis se fazem necessários. Cidadãos-líderes para a dinâmica comunitária. Executivos-líderes para a dinâmica organizacional.
2011 MUDAR em EDUDAÇÃO: matriz-sugestão para um processo educacional de mudança sustentável e de educação

Autor: Darci Kops
No presente estudo, é abordado, de forma geral, o significado da mudança, e, de forma específica, os processos educacionais de mudança. Sugere-se um olhar crítico sobre o processo de mudança, bem como, a utilização do check list como uma ferramenta para a análise do processo de mudança. Busca-se, também, descrever uma matriz-sugestão, visando detalhar passos significativos para uma pedagogia do processo de mudança, com aplicabilidade em diferentes espaços, e com adequação à realidade das mudanças individuais, grupais e/ou organizacionais. Valeu-se, para isso, de referencial teórico relativo ao processo de mudança e ao processo educacional de mudança, admitindo-se administrável conexão entre o processo de aprendizagem e o processo de mudança. Destaca-se, por fim, a importância de se aprimorar o processo educacional de mudança com vistas à efetividade e relevância da própria mudança, ao desenvolvimento sustentável e à educação permanente.
2011 O CONTRATO PSICOLÓGICO E O PARADIGMA DA MEDIAÇÃO: por uma pedagogia construcionista social

Autor: Darci Kops
O presente artigo pretende traduzir os propósitos e os resultados da pesquisa bibliográfica realizada pelo Autor, a respeito da compatibilização de dois paradigmas emergentes, por um lado o contrato psicológico (Kops, 1999) e, por outro lado, o paradigma da mediação (Schnitman e Littlejohn, 1999; Moore, 1998). Está em jogo a construção de novos mapas conceituais, capazes de sinalizar caminhos alternativos nos processos de gestão, nos processos relacionais, e nos processos de ensino-aprendizagem.
Nesse sentido, o Autor foca e analisa, em especial, o paradigma da mediação, estabelecendo alguns paralelos comparativos com o paradigma do contrato psicológico.
Por fim, concluir que os dois paradigmas, tendo características próprias de auto e hetero mediação, e utilizando o mecanismo de acordos ou pactos, não se contrapõem entre si. Concluir, ainda, pela eficácia dos dois paradigmas em processos relacionais, em situações de interesses divergentes, em processos educacionais, no resgate da co-autoria dos protagonistas, e no alcance dos resultados desejados.
2011 RELAÇÕES INTERPESSOAIS EM AMBIENTES EDUCACIONAIS

Autor: Darci Kops
Os ambientes educacionais, na contemporaneidade, tomaram os mais variados formatos e formatações que vão desde a tradicional sala de aula e, até mesmo, as ruas e praças públicas.
A sala de aula, e/ou a sala de treinamento e de capacitação, na qualidade de matriz distintiva de convivência, se constitui em contexto propicio para os processos vitais do aprender e do ensinar, porquanto, colocando em cena dois protagonistas sociais – professor e aluno -, os quais, nas suas psicodinâmicas e sociodinâmicas, são detentores de um poder pessoal de corroborar para o estabelecimento de relações humanas e interações agregadoras de valor para o processo formativo e de mutuo desenvolvimento. Admitem-se processos vitais capazes de, ao mesmo tempo, depurar traços individuais e grupais inerentes à condição humana, e abrir possibilidades de desenvolvimento pessoal, grupal e profissional, conferindo plenitude e dignidade para as relações interpessoais que se estabelecem.
2011 Selecionar por paradigmas

Autor: Darci Kops
No processo de seleção de recursos humanos é possível encontrar diferentes formas, múltiplas metodologias, e sugestões alternativas a respeito de como desencadear o referido processo.
Porém, fica no ar uma indagação no término do processo. A pergunta que não quer calar: Será que a metodologia usada no processo de seleção foi a forma mais efetiva, a mais eficaz, a mais eficiente, a mais relevante?
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